terça-feira, 2 de outubro de 2012

No Tocantins, Câmera Record mostra como é a vida de quem vive isolado na selva http://r7.com/p14j Veja também as fotos da viagem! http://r7.com/0_Vf

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Hidrelétricas e estradas financiadas pelo governo ameaçam indígenas na Amazônia, diz estudo | Blog da Amazônia

Estudo elaborado pelo Observatório dos Investimentos na Amazônia, iniciativa  do Instituto de Estudos Socioecômicos, deixa claro que os investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), provocarão grandes transformações nos modos de vida e nos territórios onde vivem cerca de 30 povos Indígenas na região amazônica Desde 2007, os investimentos do programa somam cerca de R$ 45 bilhões para construção de estradas e usinas hidrelétricas (UHE) apenas nas regiões Norte e Nordeste, onde encontra-se a maioria dos povos indígenas.
O estudo mostra que há no PAC a previsão de se construir 82 estradas e hidrovias, sendo 37 no estado do Amazonas, 14 em Rondônia, e 10 no  Pará. Dessas 82 obras, ao menos 43 projetos de larga escala afetam pelo menos uma Terra Indígena, comprometendo a floresta, a biodiversidade e os modos de vida das populações.
A pavimentação da BR 319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), é a obra rodoviária programada no PAC que mais impacto provocará às populações indígenas.
Além de afetar áreas habitadas por índios e comunidades tradicionais, exacerbando as tensões e conflitos por terra que ocorrem atualmente na região, a BR 319 irá conectar o Arco do Desmatamento (especialmente o trecho norte do Mato Grosso – sul do Amazonas – Rondônia) com a Amazônia Central, área de floresta contínua mais preservada da região, ocasionando mais desmatamento e degradação.
Segundo o estudo, o mapa dos projetos no setor de transportes evidencia a expansão e adensamento da infraestrutura em direção à fronteira do Brasil com o Peru e a Bolívia. Movimento semelhante ocorre com as obras do setor energético.
Hidrelétricas
O volume de recursos destinados às regiões Norte e Nordeste pelo PAC foram expressivos. Isso se explica pelo fato dessas regiões abrigarem os grandes projetos do setor de energia do programa. Somente em 2011, o BNDES investiu cerca de R$ 5,2 bilhões para a construção de usinas hidrelétricas em importantes rios amazônicos como o Xingu e Tapajós, ambos no Pará, e Telles Pires, no Mato Grosso.
O estado do Pará concentra a maior parte das usinas hidrelétricas (UHE) planejadas na Amazônia. São nove, sendo sete de tipo plataforma – Jardim do Ouro, Chacorão, Jatobá, São Luiz do Tapajós, Cachoeira do Caí, Jamaxim e Cachoeira dos Patos. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) qualificou os quatro primeiros projetos como de “interesse público da União”, devendo ser priorizada sua licitação e implantação.
Segundo o manifesto dos povos indígenas Kayabi e Munduruku contra o aproveitamento hidrelétrico no Rio Teles Pires, a construção da usina de Chacorão inundará de cerca de 19 mil hectares da Terra Indígena Munduruku, o que obrigará o deslocamento e reassentamento das comunidades.
Além de afetar Terras Indígenas no Pará e no Tocantins (Sororó, Apinayé, Mãe Maria e Xambioá), a usina hidrelétrica de Santa Isabel, localizada no baixo rio Araguaia, a cerca de 162 km de sua confluência com o rio Tocantins, terá impactos diretamente também sobre o Parque Estadual Serra dos Martírios–Andorinhas, a APA São Geraldo do Araguaia e a APA Lago de Santa Isabel.
- Esse empreendimento, assim como outros que estão em curso na Amazônia, viola tratados internacionais de Direitos Humanos e dos Direitos dos Povos Indígenas, em particular. Eles agravarão a erosão genética e a depredação do patrimônio biológico e cultural do país – diz Ricardo Verdum, autor do estudo.
O estudo aponta que praticamente 90% das Terras Indígenas afetadas por empreendimentos energéticos do PAC já se encontram em situação de risco. Isso se deve é à presença de madeireiras, mineração, empreendimentos e invasões para fins diversos. Além disso, ao menos em cinco dessas terras foi constatada a presença de comunidades em situação de isolamento voluntário,conforme dados obtidos da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
As hidrétricas financiadas com o dinheiro público são alvos de contestações pelo Ministério Público pelo fato de governo ter autorizado as obras sem consultar previamente os índios e as populações ribeirinhas.
- Em alguns casos, os impactos socioculturais  em ambientais poderão ser irrecuperáveis”, alerta Ricardo Verdum, autor do estudo. Monitorar e garantir o acesso às informações sobre a atuação do banco no PAC é de fundamental importância à democracia no país. Todos nós, de diferentes maneiras, somos afetados – afirma o autor.
Clique aqui para ter acesso a íntegra do estudo.
Jaime Gesisky é da assessoria do Observatório de Investimentos da Amazônia
Hidrelétricas e estradas financiadas pelo governo ameaçam indígenas na Amazônia, diz estudo | Blog da Amazônia

domingo, 30 de setembro de 2012

Folha de Cuxá: AÇAILÂNDIA : CORPO A CORPO DE BENTO CAMARÃO NOS BAIRROS FOI UM SUCESSO!

Folha de Cuxá: AÇAILÂNDIA : CORPO A CORPO DE BENTO CAMARÃO NOS BAIRROS FOI UM SUCESSO!

Entrevista: Orkut não vai acabar, diz executivo do Google - ISTOÉ Dinheiro

Orkut não vai morrer - interna.jpgO Orkut é uma das redes sociais mais usadas no Brasil, mas está em declínio e perde relevância. Por outro lado, o Google Plus, mesmo ainda não sendo um sucesso no País, dá sinais de expansão. Segundo pesquisa da consultoria Serasa Experian, Orkut liderava o setor com 46% dos acessos a redes sociais e fóruns no País em julho de 2011, caindo para a terceira posição (12,4%) em julho de 2012. Já a nova rede do Google,  embora ainda esteja bem distante dos sites líderes, subiu 1,7% no período.
No mundo, o Google Plus passou da 56º posição, em 2011, para a 4º, em 2012, no ranking das redes sociais.

Apesar dessa expansão, o diretor de produto do Google Plus, Brad Horowitz, afirma à DINHEIRO que não existe a possibilidade do Plus “devorar” o Orkut. “Elas vão existir separadamente sob o guarda-chuva do Google,” afirma.

De acordo com o executivo, o Orkut ainda é uma rede social muito forte não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina e também na Índia. Confira os principais trechos da entrevista:

DINHEIRO - O que o Google Plus significa para os projetos da empresa?
Brad Horowitz - A espinha dorsal social que une todos os serviços do Google e que é usada para melhorar a experiência do usuário dentro do navegador.

E como ele funciona para o usuário?
Quando você conhece uma pessoa em uma festa, por exemplo, dá um trabalho grande fazer contato com ela. Ela pode ter um canal no YouTube e escrever um blog. Acreditamos que isso tudo deveria estar em um só lugar e que, com base nas definições de privacidade da pessoa, você poderia ter acesso a tudo que ela produz de maneira mais fácil.

É uma poderosa ferramenta de interação com as pessoas. Nós a desenhamos de modo que você possa saber com quem fala e como fala. Se estiver em uma sala com pessoas de um certo círculo social, você usa um tom de voz, escolhe certas palavras. O Google Plus permite isso.

Essa possibilidade de definir melhor o tom da linguagem e para quem se fala é o diferencial da rede?
Acredito que essa seja a diferença central do Google Plus. É possível pode gerenciar quem tem acesso ao que você fala online, além do auxílio da busca. Se eu vou para uma cidade e escrevo minha opinião sobre um restaurante de lá, para muitos dos meus seguidores isso não terá valor nenhum. Mas, quando algum amigo quiser saber de algo sobre esta cidade e fizer uma busca no Google, o que escrevi no meu perfil vai aparecer para ele.

Onde o Google Plus está se aplicando mais intensamente hoje?
Nós temos um grande foco em tablets e celulares. O futuro é o movimento. Outras empresas têm problemas para gerar receita com o uso pelo celular. Não temos esse problema, nossa estratégia não requer a geração de receitas em todos os nossos serviços.

O Facebook enfrenta problemas para tornar o “mobile” rentável. Isso também não afeta o Google Plus?
O Google Plus é uma experiência. Ele é usado, também, para melhorar outros serviços do Google. Não precisamos colocar propaganda em tudo, fazer tudo virar dinheiro. Quando você vai a um jogo de futebol, por exemplo, está lá pela experiência, não para consumir propaganda. Em todo caso, com o interesse despetado pelo jogo, acaba-se faturando com propaganda. Assim, nem tudo o que está no Google Plus tem de dar retorno financeiro. Quando coloco uma foto da minha filha, quero divulgar essa imagem e ela não precisa vir acompanhada de propagandas.

O Orkut ainda é uma rede social muito forte no Brasil?
Não só no Brasil. Em toda América Latina, na Índia. Ele tem mercados fortes.

Ele e o Google Plus são diferentes? Com o crescimento do Google Plus, ele pode um dia se juntar ao Orkut?
O Orkut e o Google Plus são diferentes. Claro, existem coisas em que eles se replicam, mas há muita diferença entre os dois. Ambos vão continuar como estão, existindo separadamente. O que temos que fazer é criar pontes, trabalhar os dois da melhor maneira, criar uma sinergia.

Quando o Google Plus será a rede social líder do mercado?
O conceito de rede social é muito amplo. Se você olhar o número de usuários Android, o número de pessoas no YouTube, no Gmail, pessoas que acabam produzindo conteúdo pro Google Plus, vai ver que nós já somos a rede social líder. Mas essa comparação eu deixo para a imprensa fazer.
Entrevista: Orkut não vai acabar, diz executivo do Google - ISTOÉ Dinheiro

sábado, 29 de setembro de 2012

Alunos do Colégio Santa Cruz de Araguaína visitam Congresso Nacional | Ação Parlamentar | T1 Notícias - Portal de Notícias de Tocantins

Cerca de 50 alunos do 3º ano do ensino médio do Colégio Santa Cruz de Araguaína, visitaram o Congresso Nacional, na tarde desta quinta-feira, 27. Acompanhando os alunos estavam a coordenadora pedagógica Adageci Cotini, o professor Mauricio Neto e o diretor da instituição de ensino, Pe. Francisco de Assis.
 
O deputado federal César Halum (PSD-TO), apesar de não ter comparecido ao encontro, viabilizou a visita, cedendo assessores e servidores da Câmara para guiarem os estudantes e professores. “Todo o brasileiro merece conhecer a instituição que o representa e a Câmara dos Deputados tem a obrigação de cumprir esse papel de aproximar a sociedade com o Congresso. Parabéns ao Colégio pela iniciativa”, disse Halum.
 

 
A visita ao Congresso Nacional faz parte do roteiro de turismo cívico do Distrito Federal. A visitação levou informações que contribuem para uma melhor compreensão sobre o funcionamento do Congresso Nacional e o papel das duas casas legislativas, além de expor o seu rico patrimônio artístico e cultural.
 
Para o Pe. Francisco, essa foi uma oportunidade única de aprendizado e conhecimento histórico. “Foi interessante por alem de conhecer em loco a estrutura, pudemos saber um pouco mais da história do nosso país, conhecendo tantos detalhes importantes que antes eram desconhecidos.”, concluiu o diretor agradecendo César Halum pela atenção e auxilio ao grupo.

Siqueira diz que vai dedicar fortemente à educação, saúde e segurança pública | Estado | T1 Notícias - Portal de Notícias de Tocantins

“Estou muito satisfeito com a equipe que tenho, que em meio a dificuldades não diminuiu sua capacidade realizadora nem o desempenho, tanto que daí até o final do ano estaremos inaugurando mais de 100 obras e já abrimos várias estradas, rodovias e pontes sem inauguração oficial porque a verdadeira inauguração é a comunidade utilizar as obras que o Governo realiza”, afirmou, acrescentando que ter a confiança da opinião pública é sua maior riqueza.
“Esta é uma boa forma de comemorar os 24 anos do Tocantins, entregando uma obra que vai facilitar a vida da comunidade tocantinense”. Com estas palavras, o Governador Siqueira Campos entregou, na manhã desta sexta-feira, 28, os 26 km de pavimentação asfáltica da TO-181 – Amador Aguiar, entre Formoso do Araguaia e a Escola-Fazenda Fundação Bradesco Canuanã. Um investimento de R$ 17.677.546,68, recursos do Tesouro Estadual e do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
Siqueira diz que vai dedicar fortemente à educação, saúde e segurança pública | Estado | T1 Notícias - Portal de Notícias de Tocantins

ARAGUAÍNA: Prefeitura diz que não tem dinheiro para asfaltar avenida do IFTO http://onorte.to/SsXQl4