terça-feira, 18 de março de 2014

Cientistas acham evidência 'espetacular' que reforça teoria do Big Bang - BBC Brasil - Notícias

Cientistas acham evidência 'espetacular' que reforça teoria do Big Bang - BBC Brasil - NotíciasTelescópio do BICEP2 (Steffen Richter/Universidade Harvard)

Cientistas americanos dizem ter encontrado evidências
'espetaculares' que reforçam a teoria do Big Bang como a origem do
universo.
Os pesquisadores acreditam ter achado sinais
deixados no céu por uma expansão super-rápida do espaço, que deve ter
ocorrido apenas frações de segundo depois do universo começar a existir.

Os sinais têm a forma de uma torção nos fragmentos de luz mais antigos já detectados por telescópios.


"Isso é espetacular", comentou Marc Kamionkowski, físico da Universidade John Hopkins que teve acesso à pesquisa.


"Os argumentos são bastante convincentes, e os
cientistas envolvidos estão entre os mais cuidadosos e conservadores que
conheço."


Observação minuciosa

A descoberta foi anunciada por um time de
cientistas americanos que trabalham no projeto BICEP2, que usa
telescópios no Polo Sul para fazer observações minuciosas de um pequeno
pedaço do céu.


Seu objetivo é encontrar resíduos deixados pela
inflação cósmica, nome dado ao crescimento exponencial pelo qual teria
passado o universo no seu primeiro quadrilionésimo de segundo.


Segundo esta teoria, o universo teria passado de
um tamanho incrivelmente pequeno para o tamanho de uma bola de gude
nessa fração de tempo. O espaço continuou a se expandir por quase 14
bilhões de anos desde então.


A teoria da inflação cósmica foi proposta por
cientistas no início dos anos 1980 para explicar alguns aspectos da
teoria do Big Bang, como o fato do espaço ter um aspecto bastante
semelhante em qualquer direção que se olhe.


Isso seria possível porque sua rápida expansão teria suavizado qualquer irregularidade do espaço.


No entanto, para que isso fosse verdade, a
inflação cósmica teria que estar associada à liberação de ondas
gravitacionais, que deixariam marcas nos fragmentos mais antigos de luz.


Esses vestígios da expansão seriam comparáveis à fumaça que sai do cano de uma arma após um tiro.


Torção

O time americano do BICEP2 diz ter encontrado
esses vestígios. Trata-se de uma torção no que cientistas chamam de
micro-onda cósmica de fundo, uma radiação muito fraca que permeia todo o
universo.


Somente as ondas gravitacionais que percorreram o espaço em sua "fase inflacionária" poderiam ter deixado essas marcas.


Os cientistas não só identificaram essas marcas como dizem que elas são bem mais fortes do que era esperado.


"Isso abre uma janela para um novo mundo da
física, aquele que ocorreu na primeira fração de segundo do universo",
disse John Kovac, do Centro de Astrofísica Harcard-Smithsonian e chefe
das equipes do BICEP2.


A descoberta ainda passará por testes para tentar reproduzir os efeitos encontrados.


É possível que a interação da micro-onda cósmica
de fundo com a poeira presente no espaço produza marcas semelhantes,
mas o time do BICEP2 diz já ter checado seus dados ao longo dos últimos
três anos para descartar essa hispótese.


Se confirmada, a descoberta abre caminho para um
prêmio Nobel, que poderia ser dado tanto aos líderes da pesquisa
realizada no BICEP2 quanto aos autores da teoria da inflação cósmica.


Entre estes autores, está Alan Guth, do
Instituto de Tecnologia de Massachusetts. "Estou perplexo", disse ele.
"Nunca pensei que alguém conseguiria medir essas marcas, mas é
justamente o que estamos vendo."

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

viber e ferramenta mais completa que whatsapp diz fundador

http://m.g1.globo.com/tecnologia/tem-um-aplicativo/noticia/2014/02/viber-e-ferramenta-mais-completa-que-whatsapp-diz-fundador.html

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O fim do SMS? WhatsApp, Skype e outros apps ameaçam mensagens de texto pagas - Telecom

O fim do SMS? WhatsApp, Skype e outros apps ameaçam mensagens de texto pagas - Telecom

Você que tem um smartphone - independente do sistema operacional - e
se acostumou com a loja de aplicativos do software, já se perguntou
quando foi a última vez que enviou uma mensagem de texto para algum
contato? Um estudo divulgado pela empresa de pesquisa Strategy Analytics
constatou que as pessoas estão deixando o SMS de lado porque estão cada
vez mais propensas a usar as ferramentas oferecidas por lojas como App
Store, Google Play ou Windows Store. Saiu na Reuters.

No
ano passado, a receita com mensagens de texto das operadoras do mundo
todo caiu pela primeira vez desde que o serviço foi lançado nos
celulares, atingindo US$ 104 bilhões (4% a menos na comparação com
2012). A principal queda de utilização do SMS é associada à
popularização dos programas de mensagem instantânea, como WhatsApp, Line Messenger e We Chat, que podem reduzir em 20% as receitas com SMS até 2017.

De
acordo com o relatório, a baixa ainda não é significativa no Brasil,
mas as operadoras já buscam alternativas para evitar que o lucro com
essas mensagens desacelere. Uma das soluções adotadas pelas empresas é
lançar pacotes com SMS imilitado e foco no segmento corporativo,
utilizando a ferramenta como instrumento de marketing para anunciantes
em celulares. Na opinião de Eduardo Tude, presidente da consultoria
Teleco, as companhias podem também tentar firmar parcerias com
desenvolvedores de apps para compartilhar as receitas obtidas e
minimizar os impactos.

"Existe uma migração para os dados,
[porque] os usuários praticamente não utilizam mais SMS", disse Marceli
Passoni, analista da consultoria Informa Telecoms & Media.

Já
Alexandre Fernandes, diretor de serviços de valor agregado da
Telefônica Vivo, acredita que serviços como o WhatsApp não vão roubar o
lugar do SMS, pois "essas ferramentas podem conviver" entre si. Por
outro lado, o executivo admite que dificilmente as receitas com
mensagens de texto voltarão a subir até 30%, como já ocorreu em anos
anteriores. No terceiro trimestre, as receitas da Vivo com SMS cresceram
apenas 5%, somando R$ 506 milhões, ou pouco menos de um terço do
faturamento de dados e serviços de valor agregado no período.

Além
dos planos e pacotes especiais, as operadoras também têm estudado
adotar aplicativos semelhantes aos líderes do segmento na tentativa de
forçar uma migração. Um exemplo é o "Joyn", criado pela Associação
Global de Operadoras (GSMA) e lançado no Brasil pela Claro em agosto do
ano passado. A Vivo também apoia o aplicativo, mas considera outras
alternativas. Entre elas o To Go, serviço lançado pela Telefônica na
Inglaterra, que transforma a linha de celular em uma espécie de conta de
e-mail, podendo ser acessada de diversos dispositivos.

Contudo,
Marceli defende que as experiências de aplicativos criados pelas
operadoras não poderão bater o sucesso de plataformas como WhatsApp e Skype.
"Não há adesão a esse tipo de serviço, porque normalmente o cliente só
consegue se comunicar com usuários da mesma operadora. Dificilmente o
usuário vai pagar, porque já está acostumado com serviço gratuito",
disse. Para Marceli, as operadoras precisam rever seu modelo de negócios
sobre o SMS caso queiram manter o serviço ativo.

Um levantamento da empresa de pesquisas OnDevice, divulgado em novembro de 2013, constatou que o WhatsApp é o aplicativo de mensagens instantâneas mais usado no Brasil, com 72% da preferência dos usuários. Em segundo lugar aparece o Facebook Messenger (49%), seguido pelo Skype
(30%). O mesmo estudo mostrou que 67% dos usuários brasileiros usam
apps de mensagens mais de dez vezes por dia, contra 40% dos que preferem
os SMS.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Facebook pode "morrer" até 2017

Facebook pode "morrer" até 2017 - Yahoo Notícias

De acordo com pesquisadores especialistas em epidemias.
Modelos usados para analisar epidemias foram aplicados à disseminação
de ideia e apontam uma previsão curiosa: o Facebook pode perder seus
usuários até 2017.


A notícia, veiculada pelo site inglês IT Pro, reflete um estudo de
especialistas da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos.


A abordagem curiosa no estudo é explicada pelos líderes da pesquisa:
“ideias se espalham por contato de comunicação entre diferentes pessoas
que compartilham ideias com as outras. Quem manifesta a ideia, no fim
perde o interesse nela e pára de manifestá-la, o que pode ser
interpretado pelo ganho de ‘imunidade’ à ideia”.


Com base em dados de análise do Google Trends, os cientistas chegaram
à conclusão de que o auge da rede social se deu em dezembro de 2012 – e
que o abandono chegará ao site em 2017, quando terá perdido cerca de
80% de seus usuários.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Whatsapp fica inoperante e causa fúria de usuários

Whatsapp fica inoperante e causa fúria de usuáriosWhatsapp fica inoperante e causa fúria de usuáriosA arte de transferência de mensagens Whatsapp ficou inoperante por aproximadas duas horas na noite de ontem, ocasionando uma série de queixas no Twitter. Usuários de todo o planeta afirmaram que suas mensagens não chegavam aos seus destinos, especialmente entre as 19h e 21h do dia anterior.
A companhia admitiu a falha através da sua conta no Twitter. Alegando que o sistema estaria incidindo por uma instabilidade e que estavam se empenhando para que tudo fosse resolvido o mais rápido possível.
Perto de 4 horas depois desta primeira publicação, a companhia tornou ao Twitter para comunicar que o serviço tinha sido totalmente consertado.
Com um alicerce imenso de usuários, o WhatsApp se configurou uma das fundamentais instrumentos de comunicação com smartphones, gerando apreensão até em empresas de peso como o Facebook. Contudo, a intensidade de troca de informações acarreta consigo falhas de hierarquia de servidor, como essa que derribou o serviço no episódio de ontem.