sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Já acabou! Jéssica e amiga fazem as pazes e encerram o ciclo do meme

Já acabou! Jéssica e amiga fazem as pazes e encerram o ciclo do meme - TecMundo Assim como os animais que habitam a Terra, os memes também conhecem um ciclo de vida relativamente rápido — pois eles nascem, crescem, se reproduzem e morrem. Com a história "Já acabou, Jéssica?" não foi diferente. O meme nasceu (com a gravação do vídeo), cresceu (chegando a milhões de visualizações em pouco tempo), se reproduziu (sendo tranformado em jogo para Android, inclusive) e morreu, como vamos mostrar aqui.

Ontem, Janice Schuab (uma professora das meninas — Jéssica e Lara, a estrela do vídeo) divulgou uma foto no Facebook em que posa com as duas garotas e ainda postou um texto. Nele, ela disse que as duas já deixaram as desavenças de lado e voltaram a ser amigas. Para o site Uai, a professora ainda disse que os jovens não devem tentar repetir o vídeo apenas pela fama, pois é bem difícil que ele viralize da mesma forma.
A professora Janice tem toda a razão. Não adianta tentar criar um meme, pois é bem difícil que ele atinja os públicos da forma como as pessoas desejam. Pois é isso, pessoal... A semana está acabando e o meme que mais agitou as redes sociais nela também! Qual será o grande destaque da semana que vem?

Em Nova York, Marina Silva critica forma de fazer política no Brasil

Em Nova York, Marina Silva critica forma de fazer política no Brasil - Politica - Estado de MinasA ex-candidata à presidência, Marina Silva (Rede), criticou nesta sexta-feira, durante evento em Nova York, a forma como a política é feita no país e disse que é preciso acabar com o que chamou de "dualidade opositiva", fazendo referência tanto aos partidos de oposição quanto aos de situação no Brasil.

"Há uma insatisfação muito grande com a quantidade e qualidade da participação e representação política. Não se faz aquilo que é necessário, mas o que é conveniente. Estamos sacrificando os recursos de milhares de anos pelo lucro de algumas décadas", disse Marina, diante de uma plateia formada majoritariamente por acadêmicos brasileiros e estrangeiros na Universidade Columbia. "Não há como uma mudança dessa magnitude ser feita por apenas uma pessoa, um partido, um setor. É uma luta de todos ao mesmo tempo agora."

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ratinho doméstico usado para traficar drogas

Ratinho domesticado é usado para traficar drogas em presídio de Araguaína - Atitude Tocantins: https://t.co/hZZt6dtt44  Confira o Tweet de @atitudeto:

Aplicativo vai monitorar mensagens de ódio e racismo nas redes sociais

Aplicativo vai monitorar mensagens de ódio e racismo nas redes sociais — Rede Brasil Atual

ABCD Maior – Um aplicativo na internet vai monitorar postagens nas redes sociais que reproduzam mensagens de ódio, racismo, intolerância e que promovam a violência. Criado pelo Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), o instrumento será lançado neste mês e permitirá que usuários sejam identificados e denunciados.


De acordo com o professor responsável pelo projeto, Fábio Malini, os direitos humanos são vistos de maneira pejorativa na internet e discursos de ódio têm ganhado fôlego. “É preciso desmantelar esse processo”, defende. Por meio da disponibilização dos dados, ele acredita que é possível criar políticas públicas “que amparem e empoderem as vítimas”.
Encomendado pelo Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, o Monitor de Direitos Humanos, como foi batizado o aplicativo, buscará palavras-chave em conversas que estimulem violência sexual contra mulheres, racismo e discriminação contra negros, índios, imigrantes, gays, lésbicas, travestis e transexuais. Os dados ficarão disponíveis online. LEIA MAIS CLIK NO LINK

A árvore mais antiga do Reino Unido está a 'mudar de sexo'

A árvore mais antiga do Reino Unido está a 'mudar de sexo'Uma árvore que se acredita que seja a árvore mais antiga da Europa está a passar por um fenómeno invulgar que ainda não tem uma explicação certa. O teixo, espécie à qual a árvore pertence, estará a "mudar de sexo". A árvore, que durante muito tempo foi tida como sendo "masculina", começou a dar frutos, uma característica que faz parte das árvores "femininas". De acordo com o Diário de Notícias, Max Coleman, botânico e investigador do Royal Botanic Garden em Edimburgo, foi o primeiro a dar conta dos frutos que o famoso "Teixo de Fortingall" começou a dar. O botânico salientou o facto de este processo se tratar de um acontecimento raro e bastante invulgarque os especialistas ainda não conseguiram compreender totalmente...

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Tsunami gigantesco e devastador pode destruir parte da Terra, dizem especialistas

Tsunami gigantesco e devastador pode destruir parte da Terra, dizem especialistas | Super Incrível - Yahoo Notícias

Um fenômeno que só foi visto na Terra há 73 mil anos pode dar as caras novamente e causar a tormenta em todo o globo. As informações vem de um estudo da Columbia University, dos Estados Unidos, e da University College London, na Inglaterra.

Segundo os estudos, um tsunami gigantesco, de proporções devastadoras, poderá ser registrado na Terra novamente. Para se ter ideia da dimensão desse fenômeno, os especialistas falam em ondas com cerca de 245 metros de altura varrendo praias e encostas.

Os especialistas contam que, na primeira vez que esse fenômeno foi registrado, há 73 mil anos, uma ilha de mais de 48 quilômetros foi simplesmente engolida pela água. Na época, o causador de tal desastre foi um dos maiores e mais antigos vulcões do mundo, localizado em Cabo Verde, na África.

À época, o vulcão expeliu pedras gigantescas que foram atiradas no oceano de uma vez só, criando as ondas devastadoras. Ainda segundo os cientistas, o fenômeno foi imprevisível, uma vez que começou de maneira repentina durante uma erupção devastadoras — o que pode acontecer novamente.

“Esse tipo de tsunami, com ondas gigantescas e devastadoras, não acontece com tanta frequência, mas precisamos sempre levá-los em consideração ao pensar no tipo de perigo que um evento desse porte traria para a vida atual no planeta”, explica o especialista Ricardo Ramalho, da Columbia University.

Apenas para efeito de comparação, os dois maiores tsunamis recentes aconteceram na costa do oceano Índico, em 2004, e no Japão, em 2011. Neles, foram registradas ondas de aproximadamente 30 metros. Ou seja, praticamente oito vezes menores do que as que atingiriam a Terra em um eventual megatsunami.

A grande preocupação dos especialistas das duas universidades é tentar encaixar um processo de prevenção eficaz, com possibilidade de deslocamento humano em massa caso esse fenômeno volte a acontecer. Os cientistas, porém, dizem ser impossível prever quando um evento dessa magnitude aconteceriam novamente.