terça-feira, 1 de março de 2016

Pequi em cápsula promete combater envelhecimento e inflamações

http://www.jornalfloripa.com.br/emcimadahora/site/?p=noticias_ver&id=30094
A cor amarela do caroço do pequi, de onde a polpa cremosa é raspada, indica que o fruto é rico em betacarotenos, agentes antioxidantes capazes de combater radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce.



A cor amarela do caroço do pequi, de onde a polpa cremosa é raspada, indica que o fruto é rico em betacarotenos, agentes antioxidantes capazes de combater radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce. O cheiro adocicado mostra que o alimento é rico em frutose, o açúcar bom das frutas. “Além disso, o óleo do pequi é chamado Ômega 9 e combate o colesterol ruim no sangue. Tem funções boas para o aparelho cardiovascular”, explica o biólogo César Grisólia, pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), que estuda o fruto há 18 anos. Os benefícios do fruto são tantos que o pesquisador – com a contribuição de alunos da graduação e da pós-graduação da UnB – desenvolveu técnicas para transformar a polpa em cápsulas gelatinosas que conservam os nutrientes e devem ser ingeridas diariamente. ( Leia Mais no Link )

Você aceitaria pegar febre tifoide por R$ 16 mil?

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2016/03/voce-aceitaria-pegar-febre-tifoide-por-r-16-mil.html Imagine contrair febre tifoide de propósito para ganhar, em contrapartida, R$ 16,6 mil.
Foi o que fez a estudante britânica Siân Rogers.
A jovem de 22 anos aceitou ser infectada pela doença como parte de um estudo clínico que vai durar um ano.
Como contrapartida, ela vai ganhar 3 mil libras.
Depois do que ela descreveu como duas semanas "muito intensas", tudo o que ela precisa agora é um check-up eventual.
Siân, que também aceitou contrair uma forma do vírus ebola no passado, diz que não aceitou o convite apenas por dinheiro, apesar de confessar que esse é seu maior interesse.
"É muito importante que tenhamos pesquisas médicas...algo como a febre tifoide em alguns países pode matar pessoas", disse ela ao Newsbeat, programa de rádio da BBC.
Siân conta que, em nenhum momento, ficou com medo.
"Tive uma amigdalite muito grave (no passado) e precisei ser hospitalizada. Pelo menos com a febre tifoide eu pude comer e beber".
Testes clínicos não são comuns no Reino Unido ─ experimentos como esses são realizados para testar novos tratamentos, mas poucos deles envolvem contrair doenças, como a febre tifoide.
Pôster
Siân decidiu participar quando viu um pôster em sua universidade, Oxford Brookes, convocando participantes para o teste.
Mas ela diz ter sido rejeitada por ser "muito feliz".
Siân não desistiu e buscou participar de outro teste, em que receberia uma pequeno dose do vírus letal ebola.(Leia mais clicando
no link

O futuro do WhatsApp | A ORIGEM DOS BYTES |

O futuro do WhatsApp | A ORIGEM DOS BYTES | VEJA.com

Exclusivo: novidades sobre as próximas mudanças a acontecerem no app de troca de mensagens, em conversa com o diretor global de comunicação da empresa. Tive a oportunidade de papear com Matt Steinfeld, novo diretor de comunicação global e porta-voz do WhatsApp. Mais que novo, aliás, é o primeiro no cargo. (Sim, um serviço com 1 bilhão de usuários, fundado por uma empresa vendida por quase 20 bilhões de dólares ao Facebook, não tinha um profissional responsável pela área de comunicação há pouco mais de três meses. Por quê? O fato é que o WhatsApp é um gigante que preza – com razão, visto o sucesso – pelo “estilo startup” de empreender, com poucos funcionários, ganhando bem, e produzindo muito.) De volta ao tópico inicial: Matt adiantou, em primeira mão, alguns planos para o futuro do popular app de troca de mensagens. Ao que interessa:

  1. Expandir e aprimorar os negócios no Brasil é a prioridade para 2016. Por que isso é bom? Por exemplo: há um esforço contínuo para adaptar o aplicativo para que ele funcione adequadamente mesmo em sistemas precários de conexão; como a banda-larga (por vezes, nem assim pode ser chamada) e o 3G/4G brasileiros – a 93ª pior conexão do planeta, como mencionei neste post anterior.
  2. Neste ano devem começar a pipocar anúncios no WhatsApp. Para tal, a empresa planeja lançar um serviço adequado para as empresas se comunicarem com largas audiências, expandindo o alcance muito limitado dos atuais grupos de bate-papo do app. Em outras palavras, aceite: haverá publicidade no teu smartphone, guiada de acordo com o comportamento, as preferências, de cada usuário – como é de praxe em redes sociais, como no Facebook, nave-mãe do WhatsApp. É o preço (convenhamos, não tão “caro”) a se pagar pelo programa ser de graça.
  3. Há esforço contínuo de informar os usuários sobre os dados privados coletados pelo serviço – e que podem ser utilizados para, por exemplo, atrair anunciantes – e também sobre como se proteger de spams, hackers e afins enquanto se trocam as mensagens (confira nesta página).
  4. O app pretende lançar, em breve, um novo modelo de criptografia end-to-end – aquele no qual apenas o emissor e o receptor da mensagem conseguem visualizar o conteúdo. Mesmo a empresa, o WhatsApp, em si, não tem fácil acesso ao material. Ou seja, será mais seguro falar pelo app. Ou seja (2), aposto que isso dará fruto a ainda mais discussões acerca do limite à privacidade no mundo conectado, no estilo da que permeia a recente briga da Apple com o FBI (leia aqui). Ou mesmo a questões similares à que se levantou em torno da suspensão temporária, no ano passado, do WhatsApp no Brasil (aqui).
No geral, e num resumo direto, saí da conversa com a sensação de que a empresa está amadurecendo. Não por acaso, fase de crescimento (e, aqui, não falo do lado econômico) pela qual passa também o Facebook.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Notícia: Cientista da NASA diz que viagem a Marte pode durar apenas três dias

Notícia: Cientista da NASA diz que viagem a Marte pode durar apenas três diasAtualmente, a viagem para Marte leva de seis a oito meses, tempo que interfere na hora de explorar o planeta vermelho. Porém, o cientista Philip Lubin propõemuma nova técnica que pode reduzir o tempo do trajeto para apenas alguns dias.

Um vídeo publicado pela agênci explica uma tecnologia chamada propulsão de energia direcionada, na qual um laser de alta potência é disparado contra uma espaçonave, permitindo acelerá-la até 30% da velocidade da luz (próximo a 90 mil quilômetros por segundo). A técnica é usada normalmente em escala molecular e se chama aceleração eletromagnética; Lubin quer usá-la para objetos macroscópicos, como uma nave espacial. 
Lubin afirma que já existe tecnologia para utilizar essa técnica. "Não há razão conhecida de porque não podemos fazer isso", afirma. "Poderíamos impulsionar um veículo robótico de 100 kg, com 1 m de altura, para Marte em poucos dias", explica.

A ideia é ter sondas relativísticas orbitando ao redor das estrelas mais próximas, o que, na teoria de Lubin, abriria novas possibilidade de voos espaciais dentro do nosso Sistema Solar, e também além dele. As sondas seriam responsáveis por disparar estes lasers que aceleram as naves espaciais.

No vídeo, ele diz que seu sistema conseguiria levar o SLS (sigla para Sistema de Lançamento Espacial), um dos veículos espaciais mais poderosos do mundo, aos já citados 30% da velocidade da luz em apenas 10 minutos, usando a mesma quantidade de energia que os métodos atuais. Com a tecnologia atual, este mesmo período de tempo só leva a nave para a órbita terrestre.

Marte pode ser o objetivo mais óbvio, por ser o planeta mais próximo e ser o tema da vez quando o assunto é exploração espacial, mas Lubin vai além. Seria possível, por exemplo, chegar, dentro de 20 anos, a Alpha Centauri, a estrela mais próxima do nosso Sistema Solar, localizada a 4 anos-luz de distância (ou cerca de 38 trilhões de quilômetros). 
A Nasa ainda não possui projetos para utilizar esse tipo de propulsão.

Epidemia de zika aumenta apreensão de pílulas abortivas enviadas ao Brasil

Epidemia de zika aumenta apreensão de pílulas abortivas enviadas ao Brasil - BBC BrasilSegundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de junho a novembro de 2015, mês em que foi declarada emergência nacional de saúde, foram confiscados 36 pacotes da pílula Misoprostol, conhecida no Brasil como Cytotec. Já de dezembro a fevereiro desde ano, foram 57 remessas.

Isso não significa, necessariamente, que mais comprimidos de Cytotec tenham sido retidos. Antes da zika, as remessas costumavam ter mais pílulas, o que, segundo a Anvisa, indica que o objetivo do receptor poderia ser a revenda.
Agora, os pacotes vêm com menos pílulas, o que sugere que os comprimidos seriam destinados a uso pessoal.
O vírus da zika vem sendo ligado a casos de microcefalia e outras malformações congênitas em bebês. O Brasil é o país mais atingido - segundo o Ministério da Saúde, 4.107 casos suspeitos estão sendo investigados. Já foram confirmados 583 casos e 950 notificações foram descartadas.
O aborto no Brasil só é permitido quando a gravidez é fruto de estupro ou há risco de morte para a mãe. Por determinação do STF, a interrupção da gravidez também é permitida em casos de fetos anencéfalos.
Mas medicamentos abortivos estão à venda na internet ou podem ser solicitados por meio de ONGs como a Women on Web, que oferece atendimento pela internet a mulheres que vivem em países onde o aborto é proibido ou restrito. Os remédios são então enviados gratuitamente pelos Correios para a gestante.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Já acabou! Jéssica e amiga fazem as pazes e encerram o ciclo do meme

Já acabou! Jéssica e amiga fazem as pazes e encerram o ciclo do meme - TecMundo Assim como os animais que habitam a Terra, os memes também conhecem um ciclo de vida relativamente rápido — pois eles nascem, crescem, se reproduzem e morrem. Com a história "Já acabou, Jéssica?" não foi diferente. O meme nasceu (com a gravação do vídeo), cresceu (chegando a milhões de visualizações em pouco tempo), se reproduziu (sendo tranformado em jogo para Android, inclusive) e morreu, como vamos mostrar aqui.

Ontem, Janice Schuab (uma professora das meninas — Jéssica e Lara, a estrela do vídeo) divulgou uma foto no Facebook em que posa com as duas garotas e ainda postou um texto. Nele, ela disse que as duas já deixaram as desavenças de lado e voltaram a ser amigas. Para o site Uai, a professora ainda disse que os jovens não devem tentar repetir o vídeo apenas pela fama, pois é bem difícil que ele viralize da mesma forma.
A professora Janice tem toda a razão. Não adianta tentar criar um meme, pois é bem difícil que ele atinja os públicos da forma como as pessoas desejam. Pois é isso, pessoal... A semana está acabando e o meme que mais agitou as redes sociais nela também! Qual será o grande destaque da semana que vem?

Em Nova York, Marina Silva critica forma de fazer política no Brasil

Em Nova York, Marina Silva critica forma de fazer política no Brasil - Politica - Estado de MinasA ex-candidata à presidência, Marina Silva (Rede), criticou nesta sexta-feira, durante evento em Nova York, a forma como a política é feita no país e disse que é preciso acabar com o que chamou de "dualidade opositiva", fazendo referência tanto aos partidos de oposição quanto aos de situação no Brasil.

"Há uma insatisfação muito grande com a quantidade e qualidade da participação e representação política. Não se faz aquilo que é necessário, mas o que é conveniente. Estamos sacrificando os recursos de milhares de anos pelo lucro de algumas décadas", disse Marina, diante de uma plateia formada majoritariamente por acadêmicos brasileiros e estrangeiros na Universidade Columbia. "Não há como uma mudança dessa magnitude ser feita por apenas uma pessoa, um partido, um setor. É uma luta de todos ao mesmo tempo agora."