segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Diário do Vale: Orelhões mantém o seu espaço, mesmo com o avanço dos celulares


Diário do Vale: Orelhões mantém o seu es
Brena Lacerda
paço, mesmo com o avanço dos celulares

Planeta como a Terra será encontrado antes de 2022, afirmam astrofísicos - Ciência - iG

Os astrofísicos não descartam a possibilidade de encontrar um pequeno planeta similar à Terra em menos de 10 anos, declarou nesta segunda-feira (25) Ignaci Ribas, um dos organizadores do "Cool Stars 17", a reunião internacional sobre estrelas frias que ocorre em Barcelona.

Ribas explicou que os especialistas já identificaram mais de 800 planetas ao redor das estrelas frias e que falta muito pouco para encontrarem um que seja muito parecido ao nosso.
Segundo o especialista, apesar de saberem onde esse planeta se encontra, a atual tecnologia ainda não é eficaz para este tipo de experiência. No entanto, se este planeta fosse habitado por seres inteligentes, Ribas destacou que seria possível conversar com eles através de sinais de rádio, embora essa troca de mensagens poderia demorar mais de 100 anos.

Simulação por computador indica que pode haver vida em vários outros planetas - Ciência - iG


Cientistas escoceses desenvolveram um simulador para identificar planetas onde há condições para a existência de vida. O sistema poderá indicar a existência de diversos planetas habitáveis em sistemas solares distantes.
Até o presente estudo, da Universidade de Aberdeen, as estimativas sobre o número de planetas habitáveis eram baseadas na probabilidade de que houvesse água na superfície desses lugares.
O simulador, baseado em um modelo científico, permite, no entanto, que os pesquisadores identifiquem planetas com água subterrânea mantida em forma líquida, por calor gerado pelo próprio planeta. O estudo foi apresentado durante o British Science Festival, em Aberdeen.
Entre astrônomos, a teoria era a de que, para possuir água em forma líquida (estado que favorece a formação de vida), o planeta tinha de estar a uma certa distância de sua estrela - na chamada zona habitável.

A mando de Carminha (Adriana Esteves) e Max (Marcello Novaes), Lúcio (Emiliano DÁvila) rouba herança de Nina (Débora Falabella) - Vem por aí - Avenida Brasil

Lúcio rouba dinheiro de Nina (Foto: Avenida Brasil / TV Globo)
A mando de Carminha (Adriana Esteves) e Max (Marcello Novaes), Lúcio (Emiliano DÁvila) rouba herança de Nina (Débora Falabella) - Vem por aí - Avenida Brasil

ILHA DE CAMPO RIO ARAGUAIA

ILHA DE CAMPO RIO ARAGUAIA

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Curiosity suspende 'passeio' para testar instrumentos

 Imagem feita pela câmera HiRISE, a bordo do satélite Mars Reconnaissance Orbiter, registrou o rastro deixado pela sonda Curiosity em Marte. Foto: Nasa/JPL-Caltech/Univ. of Arizona/Divulgação
Curiosity suspende 'passeio' para testar instrumentos
A sonda Curiosity, que chegou a Marte em 6 de agosto (5, no horário da Califórnia), suspendeu o ''passeio'' que fazia no planeta vermelho para executar os últimos testes nos instrumentos antes de iniciar a missão de exploração científica prevista para durar dois anos, informou a Nasa esta quinta-feira.
Em 4 de setembro, a Curiosity percorreu 30,5 m na direção sudeste antes de parar. Foi o trajeto mais longo desde o começo da missão que eleva a 109 o total de m percorridos pelo veículo em sua busca por indícios que demonstrem a existência de vida no passado do planeta. Uma câmera de navegação transmitiu as marcas deixadas pelas rodas da Curiosity em solo marciano neste dia.
"Vamos parar por uma semana para terminar as checagens dos instrumentos, o que nos permitirá estar prontos para fazer um bom trabalho científico", explicou em coletiva por telefone Mike Watkins, encarregado da missão do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, Califórnia (oeste dos Estados Unidos).
"Todos os instrumentos, com exceção do braço mecânico da Curiosity e seu sistema de extração de amostras do solo, foram testados, funcionam e já produziram muitos dados científicos", detalhou.
Uma vez que o funcionamento do braço mecânico e do sistema de obtenção de amostras forem comprovados, o veículo-robô poderá retomar sua trajetória rumo ao primeiro ponto de interesse geológico da missão, denominado Glenelg, situado a 400 m de onde se encontra.
A equipe científica da Curiosity escolheu esta zona de interseção entre três tipos de terreno, onde acreditam encontrar um primeiro tipo de rocha que podem perfurar e analisar. Mas esta extração perfurando o solo só ocorrerá dentro de um mês ou mais, calculou um encarregado da Nasa. Antes de perfurar, os cientistas tentarão obter materiais que encontrem no solo, um processo mais fácil, explicou.