terça-feira, 1 de novembro de 2016

Gruta desaba e fiéis ficam soterrados durante celebração no Tocantins - notícias em Tocantins

G1 - Gruta desaba e fiéis ficam soterrados durante celebração no Tocantins - notícias em Tocantins



Gruta desabou na região central do estado (Foto: Divulgação)
Uma gruta desabou e religiosos ficaram soterrados em Santa Maria do Tocantins, região central do estado, nesta terça-feira (1º). A informação foi confirmada pelos Bombeiros, Polícia Militar, Defesa Civil e pela prefeitura da cidade. Conforme os órgãos, os moradores estavam reunidos no local celebrando o Dia de TodoOs Bombeiros de Colinas do Tocantins disseram que foram acionados por volta das 11h e que três equipes foram para o local. Segundo a corporação, pelo menos 50 pessoas estavam na hora do desabamento. Os Bombeiros confirmaram que há ao menos 10 mortos e sete feridos. As vítimas foram levadas para hospitais de Pedro Afonso, Guaraí e Palmass os Santos, tradição há mais de 50 anos na cidade. Não chove no local.( VEJA MAIS NO LINK DO G1 TOCANTINS)

Fiéis na gruta no ano de 2005; celebração é tradição há mais de 50 anos na cidade (Foto: Unitins/NUTA/Divulgação)


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G1 - Impacto no preço do botijão de gás pode ser de R$ 0,50, diz Pedro Parente - notícias em Seu Dinheiro

G1 - Impacto no preço do botijão de gás pode ser de R$ 0,50, diz Pedro Parente - notícias em Seu Dinheiro     Pedro Parente, em evento da ANP no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (1). (Foto: Daniel Silveira/G1) Botijões de gás enfileirados (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)   O presidente da Petrobras, Pedro Parente, admitiu nesta terça-feira (1º) que a redução de subsídios ao GLP, o gás de cozinha, pode aumentar o preço do botijão para o consumidor. Ele considerou, no entanto, que o impacto deve ser "pequeno".

"O impacto que a gente calcula que possa ter é de 50 centavos, em alguns lugares até menos que isso", disse Parente, enfatizando a expectativa de que o eventual reajuste no preço "seja contido nessa dimensão".( VEJA MAIS NO LINK)

sábado, 29 de outubro de 2016

Uber apresenta plano para lançar carros voadores na próxima década - Época NEGÓCIOS | Coffee Break

                        Elevate, os "carros voadores" do Uber devem ser lançados em 2026. (Foto: Divulgação/Uber)                              ELEVATE, OS "CARROS VOADORES" DO UBER, DEVE SER LANÇADO EM 2026 (FOTO: DIVULGAÇÃO/UBER)  

 de até parecer cena de filme de ficção científica, mas o aplicativo de transporte Uber apresentou nesta sexta-feira (28/10) um plano para lançar carros voadores até 2026. Chamado de Elevate, a frota de “carros” será totalmente elétrica e pousará verticalmente.  Apesar do nome “carros voadores”, os equipamentos são aviões leves que conseguirão transportar passageiros e um piloto. O Uber prevê que o avião terá asas fixas e hélices, assim não precisará de pistas de voos, mas apenas de helipontos que são mais fáceis de encontrar pela cidade.

Para colocar esse projeto em prática, o Uber vai precisar de ajuda. A empresa não pretende construir os carros voadores, mas em vez disso, espera agregar outras empresas. Além disso, deve bucscar o apoio de governos – para não ter problemas com a legislação local, como acontece frequentemente – para regularizar o equipamento.
“Nós estamos entrando nisso de uma forma colaborativa. Eu espero passar os próximos 5 anos tentando convencer as administradores legislativos locais que deveriam aceitar os carros voadores como uma alternativa ao congestionamento”, disse Jeff Holde, chefe de produto do Uber, à revista Wired.
Se todos esses fatores forem resolvidos, o Uber deve conseguir colocar em prática o que já faz com os carros: inscrever pilotos e conectá-los a sua base de usuários. A empresa espera lançar o Elevate daqui a cinco anos e projeta que precisará de mais cinco anos para conseguir mais usuários e se espalhar pelo mundo.
Jeff Holde explica que o Elevate não adotará o mesmo sistema dos carros, em que os motoristas transportam os passageiros nos seus próprios carros. Em vez disso, a empresa comprará a frota dos carros voadores e vai contratar os pilotos ou fazer parcerias com empresas.
“Nós estamos apenas dando um passo para tornar isso possível. Nossa intenção é ajudar a indústria chegar lá mais rápido”, diz Holde para Wired.