Notícias cotidiano, curiosidades, Cardápio do dia, Fotos, política, poesia, esportes, música, literatura e muito mais!
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
ESO divulga impressionante imagem de nebulosa localizada a 3.300 anos-luz | Jornal Ciência
ESO divulga impressionante imagem de nebulosa localizada a 3.300 anos-luz | Jornal Ciência

A imagem é intrigante, o que seria afinal esta mancha verde no espaço?
O objeto capturado pelo telescópio Very Large Teslescope do ESO (Observatório Europeu do Sul), no Chile, trata-se de uma nebulosa planetária verde brilhante, IC 1295, que chegou a ser comparada com uns dos fantasmas do filme “Os Caça Fantasmas”, de 1984.
A nebulosa rodeia uma estrela fraca e que está morrendo, localizada a cerca de 3.300 anos luz de distância, na constelação do Escudo. Está imagem é a mais detalhada deste objeto.
Depois que estrelas do tamanho do Sol começam a morrer elas terminam suas vidas como anãs brancas. Durante milhares de anos, esses objetos ficam cercados por nuvens coloridas e brilhantes de gás ionizado, conhecido como nebulosa planetária. As bolhas são feitas de gás, que brilham devido à intensa radiação ultravioleta emitida pela estrela que está envelhecendo.
"A nebulosa tem a característica incomum de ser cercada por várias estrelas, que se assemelham a um microrganismo visto sob um microscópio, com muitas camadas correspondentes como se fossem membranas de uma célula", disse a Agência Espacial Europeia em comunicado.
As nebulosas planetárias liberam ao meio estelar diversos elementos, como carbono, nitrogênio, oxigênio e cálcio, importantes para o desenvolvimento das galáxias. A cor verde, que é destaque da nebulosa IC 1295, é proveniente do oxigênio ionizado.
Na imagem, o ponto azul brilhante situado no centro da nebulosa, é o que resta do núcleo queimado de uma estrela. O brilho fraco demonstra que a energia armazenada dessa minúscula anã branca, irá ser dissipada lentamente, à medida que ela enfraquece ao longo de bilhões de anos.
Estrelas com massa como o Sol ou até oito vezes a massa solar, irão formar nebulosas planetárias na fase final de sua existência. O Sol tem 4,6 bilhões de anos e “viverá”, provavelmente, mais 5 bilhões de anos.
O nome “nebulosas planetárias” é devido aos seus descobridores, no século XVIII, que compararam a aparência similar aos dos planetas gigantes vistos através de telescópios da época.
A primeira nebulosa planetária descoberta foi a Nebulosa do Haltere ou NGC 6853, observada em 12 de julho de 1764 por Charles Messier, localizada cerca de 1.200 anos luz de distância da Terra. Com 7,5 de diâmetro, é uma nebulosa facilmente visível com binóculos, extremamente pequena em termos astronômicos, porém do tamanho normal para nebulosas planetárias.
>>>Espalhe esta matéria para seus amigos no facebook, twitter ou orkut!
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Sol passará por inversão de campo magnético
Sol passará por inversão de campo magnético - Ciência - Notícia - VEJA.com
"Esta mudança terá repercussões em todo o sistema solar", disse o físico solar Todd Hoeksema, da Universidade de Stanford, em um informe da Nasa, divulgado na última segunda-feira. Hoeksema é o diretor do Observatório Solar Wilcox, na Califórnia (EUA), um dos poucos observatórios do mundo que monitoram os campos magnéticos do Sol. Os equipamentos do local, que observaram o magnetismo polar da estrela desde 1976, registraram outras três inversões.
Esse fenômeno é uma parte regular do ciclo solar. "Os campos magnéticos polares do Sol enfraquecem, chegam ao zero, e depois aumentam novamente, com a polaridade oposta", afirma Phil Scherrer, físico solar, também de Stanford.
Essa mudança pode ser explicada pelos processos que ocorrem no interior do Sol, em uma camada denominada zona de convecção, onde o campo magnético é gerado. Luís Eduardo Vieira, pesquisador da divisão de geofísica espacial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), explica que o fenômeno é causado pela movimentação de gás no interior do Sol. "Esse movimento acaba carregando consigo o campo magnético, que fica preso ao gás. Dessa forma, o campo magnético dos polos é 'puxado' para fora, enquanto o campo oposto vai se acumulando, até que ocorra a inversão", explica o pesquisador.
Efeitos – A inversão que deve ocorrer nos próximos meses vai coincidir com um período de maior atividade do Sol, conhecido como máximo solar. Esse fenômeno faz com que a folha de corrente do sol fique mais ondulada. "Acima do equador do Sol existe um campo magnético com uma polaridade, e abaixo do equador a polaridade é oposta. Então, na região central, é como se existisse uma folha, separando os dois hemisférios", explica Vieira. Ao girar junto com o Sol, essa folha cria ondulações, que são mais acentuadas nos períodos em que a atividade solar é mais intensa.
Ao orbitar ao redor do Sol, a Terra atravessa essas ondas, o que pode criar perturbações nos fenômenos meteorológicos do espaço nas proximidades da Terra. Além disso, o fato de o Sol estar em um período de maior intensidade pode colaborar para que ocorram ejeções de massa coronal, ou seja, bolhas de gás que saem do Sol e se aproximam dos planetas.
Na Terra, o impacto desses dois fenômenos pode afetar satélites e sistemas de comunicação. "A mudança de campo magnético do Sol é uma reestruturação. É como se um ímã fosse virado de cabeça para baixo. Já as bolhas de energia liberadas nessa fase de maior atividade solar têm um maior potencial de influenciar a Terra", explica José-Dias do Nascimento, professor de astrofísica do departamento de física teórica e experimental da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pesquisador visitante na Universidade Harvard, nos EUA.
Segundo o pesquisador, essa grande quantidade de energia proveniente do Sol pode enfraquecer, e às vezes até mesmo impedir, a transmissão de ondas meios de comunicação, principalmente rádio e televisão. "É um fenômeno que vem ocorrendo há algum tempo, mas os instrumentos têm evoluído muito, de forma que a gente tem conseguido prever seu aproximação. Antes éramos pegos de surpresa", afirma Nascimento
Apesar de ser um fenômeno normal, que ocorre aproximadamente a cada 11 anos, seus efeitos podem prejudicar as comunicações na Terra
Inversão dos polos magnéticos do Sol: satélites próximos à Terra e sistemas de comunicação podem ser afetados pelo fenômeno (NASA/SDO)
Em três ou quatro meses, o Sol passará por um fenômeno que ocorre a cada onze anos: a inversão de seus campos magnéticos. O processo, que coincide com um momento de maior intensidade na atividade solar, poderá afetar satélites e sistemas de comunicação na Terra, enfraquecendo os sinais de transmissão."Esta mudança terá repercussões em todo o sistema solar", disse o físico solar Todd Hoeksema, da Universidade de Stanford, em um informe da Nasa, divulgado na última segunda-feira. Hoeksema é o diretor do Observatório Solar Wilcox, na Califórnia (EUA), um dos poucos observatórios do mundo que monitoram os campos magnéticos do Sol. Os equipamentos do local, que observaram o magnetismo polar da estrela desde 1976, registraram outras três inversões.
Esse fenômeno é uma parte regular do ciclo solar. "Os campos magnéticos polares do Sol enfraquecem, chegam ao zero, e depois aumentam novamente, com a polaridade oposta", afirma Phil Scherrer, físico solar, também de Stanford.
Essa mudança pode ser explicada pelos processos que ocorrem no interior do Sol, em uma camada denominada zona de convecção, onde o campo magnético é gerado. Luís Eduardo Vieira, pesquisador da divisão de geofísica espacial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), explica que o fenômeno é causado pela movimentação de gás no interior do Sol. "Esse movimento acaba carregando consigo o campo magnético, que fica preso ao gás. Dessa forma, o campo magnético dos polos é 'puxado' para fora, enquanto o campo oposto vai se acumulando, até que ocorra a inversão", explica o pesquisador.
Efeitos – A inversão que deve ocorrer nos próximos meses vai coincidir com um período de maior atividade do Sol, conhecido como máximo solar. Esse fenômeno faz com que a folha de corrente do sol fique mais ondulada. "Acima do equador do Sol existe um campo magnético com uma polaridade, e abaixo do equador a polaridade é oposta. Então, na região central, é como se existisse uma folha, separando os dois hemisférios", explica Vieira. Ao girar junto com o Sol, essa folha cria ondulações, que são mais acentuadas nos períodos em que a atividade solar é mais intensa.
Ao orbitar ao redor do Sol, a Terra atravessa essas ondas, o que pode criar perturbações nos fenômenos meteorológicos do espaço nas proximidades da Terra. Além disso, o fato de o Sol estar em um período de maior intensidade pode colaborar para que ocorram ejeções de massa coronal, ou seja, bolhas de gás que saem do Sol e se aproximam dos planetas.
Na Terra, o impacto desses dois fenômenos pode afetar satélites e sistemas de comunicação. "A mudança de campo magnético do Sol é uma reestruturação. É como se um ímã fosse virado de cabeça para baixo. Já as bolhas de energia liberadas nessa fase de maior atividade solar têm um maior potencial de influenciar a Terra", explica José-Dias do Nascimento, professor de astrofísica do departamento de física teórica e experimental da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pesquisador visitante na Universidade Harvard, nos EUA.
Segundo o pesquisador, essa grande quantidade de energia proveniente do Sol pode enfraquecer, e às vezes até mesmo impedir, a transmissão de ondas meios de comunicação, principalmente rádio e televisão. "É um fenômeno que vem ocorrendo há algum tempo, mas os instrumentos têm evoluído muito, de forma que a gente tem conseguido prever seu aproximação. Antes éramos pegos de surpresa", afirma Nascimento
Bruce Willis queria US$ 1 milhão por dia para atuar em "Os Mercenários 3" - Cinema - iG
Bruce Willis queria US$ 1 milhão por dia para atuar em "Os Mercenários 3" - Cinema - iG
Leia também: Harrison Ford substitui Bruce Willis em "Os Mercenários 3"
Produção não aceitou pagar US$ 4 milhões (R$ 9,2 milhões) ao astro por 4 dias de trabalho
O ator Bruce Willis exigiu um salários de US$ 1 milhão (R$ 2,3 milhões) por dia para atuar em "Os Mercenários 3". A informação foi noticiada pelo site Hollywood Reporter. Na quarta-feira (7), foi divulgado que Harrison Ford substituirá Willis na produção.Leia também: Harrison Ford substitui Bruce Willis em "Os Mercenários 3"

Texto
Na ocasião, a estrela da franquia, Sylvester Stallone , criticou Willis no Twitter: "Ganancioso e preguiçoso. Fórmula certa para uma carreira fracassada", escreveu.
De acordo com o Hollywood Reporter, a produção do filme ofereceu um cachê de US$ 3 milhões (R$ 6,9 milhões) a Willis por quatro dias consecutivos de filmagem na Bulgária.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Café reduz risco de suicídio, diz estudo
Café reduz risco de suicídio, diz estudo
O excesso de cafeína pode causar sintomas de intoxicação, como inquietação, nervosismo, excitação, rubor, desconforto gastrointestinal, espasmos musculares, confusão na fala, insônia e alteração do ritmo cardíaco

O café é uma bebida polêmica. Enquanto alguns estudos afirmam que o excesso de cafeína pode causar transtorno mental, outros ressaltam seus benefícios. Uma nova pesquisa associou o consumo do café com a redução de cerca de 50% do risco de suicídio em homens e mulheres.
Os cientistas envolvidos no projeto são da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos EUA. O trabalho foi publicado no periódico científico “The World Journal of Biological Psychiatry”.
Foram analisados dados de três grandes pesquisas feitas nos Estados Unidos entre 1988 e 2008. Entre os mais de 200 mil participantes estavam consumidores de bebidas com e sem cafeína.
As informações revelaram que as chances de suicídio caem pela metade entre adultos que consomem entre duas e quatro xícaras de café diariamente, quando comparados aos que tomam a bebida descafeinada, aos que ingerem pouco ou não tomam café.
A explicação para esse fato pode estar no efeito que a cafeína causa no organismo humano. Estimula o sistema nervoso central e age como um antidepressivo ao aumentar a produção de neurotransmissores no cérebro, como serotonina, dopamina e noradrenalina. Os pesquisadores acreditam que isso explica as menores taxas de depressão encontradas entre apreciadores do café em estudos anteriores.
Apesar de diminuir o risco de suicídio, os cientistas recomendam que adultos deprimidos não tomem mais café, porque quando o consumo da substância é maior do que o habitual, pode causar efeitos colaterais.
Assinar:
Postagens (Atom)
-
Centro de Xambioá Tocantins Sábado deserto foto de (Clóvis Araújo) 18 de Junho 2022
-
http://onorte.to/Uyy0Cj

Urina é utilizada para recuperação de dentes na China - Ásia - Mundo - O POVO OnlineCientistas chineses descobriram na urina humana matéria-prima para a recuperação de dentes. De acordo com trabalho recém-publicado na revista ''Cell Regeneration Journal'', teria sido essa a origem de células-tronco usadas para a regeneração de pequenas estruturas dentárias.